Nicolás Maduro é capturado pelos Estados Unidos
Por GAZETA 369*
No dia 3 de janeiro de 2026, uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores após ataques aéreos e manobras terrestres no território venezuelano. O governo dos EUA anunciou que Maduro e sua esposa foram levados para fora da Venezuela e enfrentam acusações de narcotráfico e armas em tribunal norte-americano. Maduro negou as acusações e afirmou ter sido “sequestrado” por Washington.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, foi empossada como presidente interina, com o país em estado de emergência e relatos de repressão interna.
A operação provocou reação internacional ampla:
- Líderes mundiais e instituições criticaram a ação, apontando violação da soberania venezuelana e do direito internacional.
- As Nações Unidas alertaram que a operação poderia gerar instabilidade e criar um precedente perigoso.
- Diversos protestos ocorreram em várias cidades ao redor do mundo contra a intervenção americana.
Reação oficial do governo brasileiro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em suas redes sociais que os bombardeios na Venezuela e a captura de Maduro “cruzam uma linha inaceitável” e representam uma “grave afronta à soberania venezuelana”, além de estabelecer um precedente perigoso para toda a comunidade internacional.
O governo brasileiro também convocou reunião de emergência para monitorar a situação na fronteira e proteger cidadãos brasileiros e emigrantes venezuelanos.
Reações políticas internas
O debate no Brasil foi dividido:
- Integrantes do governo e aliados criticaram a ação norte-americana como violação da soberania e defenderam que a comunidade internacional trabalhe pela preservação das normas internacionais.
- Parlamentares de oposição celebraram a queda de Maduro e enfatizaram a necessidade de equilíbrio e respeito às liberdades democráticas na Venezuela.
Protestos e mobilizações
Em São Paulo, houve protestos pedindo a libertação de Maduro e a autonomia da Venezuela, com manifestantes denunciando a ação como imperialista e expressando solidariedade ao povo venezuelano.
Impacto nas relações regionais
A crise também foi debatida em fóruns multilaterais:
- Os países membros da CELAC, incluindo o Brasil, não conseguiram unificar uma posição conjunta sobre a operação militar.
Legalidade e soberania
Especialistas internacionais e governos criticam a operação americana como violação do direito internacional e da soberania venezuelana, argumentando que não houve autorização da ONU para a intervenção.
Estabilidade regional
Há preocupações de que a ação possa desestabilizar ainda mais a América Latina, desencadear crises humanitárias ou impulsionar fluxos migratórios — algo que preocupa especialmente países fronteiriços como o Brasil.
*Fontes: Reuters, Mehr News Agency, The Guardian, TMC, Agência Brasil, Senado Federal, Gazeta do Povo





